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Rita Benneditto leva o 'Samba de Benneditto' para o Teatro Rival

Nesse "Samba de Benneditto", a cantora resgata pérolas como "Rainha do mar", de Dorival Caymmi

Foto: Thaís Gallart / Divulgação

10/12/2022 | 00:00


A cantora Rita Benneditto retorna ao palco do Teatro Rival Refit no dia 27 de janeiro, com o show "Samba de Benneditto", mostrando seu olhar personalíssimo sobre o samba e as muitas formas com que ele é executado em diferentes regiões do país. De seu Maranhão natal, Rita passeia por outros estados do Nordeste. De Pernambuco, ela saúda o tradicional Samba de Véio. Da Bahia, reverencia dois representantes importantes ligados ao coco e ao samba de roda: Bule-Bule, com "Que moça bonita é aquela?", e Roque Ferreira com "A filha do macumbeiro", parceria com Dunga.


Nesse "Samba de Benneditto", a cantora resgata pérolas como "Rainha do mar", de Dorival Caymmi; abre alas à produção de gerações mais recentes, caso de Zeca Pagodinho, de cujo repertório revisita "Minha fé" (Murilão da Boca do Mato); incluindo compositores da mesma geração da cantora, como João Martins, de quem canta "Lendas da mata" e "Banho de folhas" de Luedji Luna. E resgata faixas da própria discografia, caso de "Caramba, Galileu da Galiléia" (Jorge Ben Jor) e "O que é dela é meu" (Arlindo Cruz, Rogê, Marcelinho Moreira).


Rita também joga luz sobre o legado de duas mulheres que conseguiram se impor num meio que, durante anos, foi majoritariamente masculino: Jovelina Pérola Negra e Dona Ivone Lara . Do repertório da primeira, Rita pescou duas pérolas: "Água de cachoeira" e "Sorriso aberto". De Dona Ivone, escolheu "Axé de Ianga (Pai maior)". E já que o assunto é a força autoral feminina, Rita nos brinda com três de suas composições: "Benneditto seja", "Rainha do candomblé" e "7 Marias".


Serviço:

Teatro Rival

Rua Álvaro Alvim, 33 - Cinelândia, Rio de Janeiro.

Ingressos:

Setor A e B: preços entre R$ 60 e R$ 120





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